Momentos Actiroseis, segundo o autor, descrevia aquelas alturas "bolha" em que o meu mundo parava. Parava só para eu saborear melhor e registar na minha memória as cenas dignas de tal. Eu ficava então na minha bolha actirosel - "acti" porque parecia estar em pleno anúncio actimel e "rosel" porque eram alturas muito cor de rosa. Quando esses momentos acabaram vieram outros, mais hão de vir. "Me voilà" para mais destes momentos. E outros.
domingo, 22 de novembro de 2015
Novo arranque
às vezes apetece, arrancar uma nova série de coisas banais do dia a dia e escrever. Publicar. Continuar as minhas futuras recordações. Outras vezes não apetece nadinha de nada fazer isso. São fases. Mas o meu blog é cheio delas e mais vale não tentar a cada vez recuperar o tempo perdido. Já percebi que de cada vez que isso acontece é algo que irá repetir-se... Aproveitemos quando sabe bem, quando algo que gostamos é feito por obrigação deixa de ser um prazer.
Esta menina passou-se
Comprinhas feitas antes das férias de Maio. Foram todas baratinhas, tudo em saldos tirando a chanatas brilhantes e a blusa estampada. Felizmente no Inverno, e apesar de precisar mais deste roupas para o tempo frio, tenho menos estes impulsos de compras. 
...Tirando as compras de Natal! HAHAHAHA! Mas essas quase não contam, adoro ainda mais comprar para oferecer! Apesar desta postagem ser um rascunho que estava para aqui esquecido, decidi recuperá-lo e transformá-lo em algo pré-natílicio! :)
terça-feira, 26 de maio de 2015
E Maio
Tantas novidades, tão pouco tempo! Volto em breve para dar largas aos meus pensamentos velozes!
domingo, 12 de abril de 2015
Da Neve à Primavera
E nesta semana toda a natureza rebentou a uma velocidade extraordinária! Com o calor instável mas muito forte ao meio dos dias, é só flores e caninhos de árvores e arbustos a rebentar com bebés de folhas bem verdinhas!
Gosto de ver as grandes diferenças nas 4 estações do ano deste país!
terça-feira, 24 de março de 2015
E a neve
"Escrever para não esquecer" (já não me lembro onde li esta expressão e gostei) :
- Em 2012 chegou no fim de semana do 8 de Dezembro aqui ao canto. Ainda a vimos em Novembro quando os meus papis vieram cá mas foi na montanha.
- Em 2013 foi no dia 1 de Dezembro e isso fez-me ir a correr montar a àrvore e o presépio antes que ele voltasse do trabalho para ter o efeito surpresa.
- Em 2014 tardou. 26 de Dezembro e não a vi chegar. Novo nevão a 26 de Janeiro e por agora ainda está tudo branquinho na montanha e derretido aqui em baixo.
Já passaram assim 3 invernos. Se continuar este registo em 2015 acho que poderei vir a tecer previsões! :)
- Em 2012 chegou no fim de semana do 8 de Dezembro aqui ao canto. Ainda a vimos em Novembro quando os meus papis vieram cá mas foi na montanha.
- Em 2013 foi no dia 1 de Dezembro e isso fez-me ir a correr montar a àrvore e o presépio antes que ele voltasse do trabalho para ter o efeito surpresa.
- Em 2014 tardou. 26 de Dezembro e não a vi chegar. Novo nevão a 26 de Janeiro e por agora ainda está tudo branquinho na montanha e derretido aqui em baixo.
Já passaram assim 3 invernos. Se continuar este registo em 2015 acho que poderei vir a tecer previsões! :)
Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro 2014
É verdade que a vida tem corrido a um ritmo alucinante. Mas aqui estou eu com vontade de não deixar esquecer algumas ternuras e inquietações destes últimos meses. Mais adiante 2015. Lá chegarei.
Uma quinzena de Agosto só para mim e com os meus nos nossos sítios. E outra de seguida já com o meu petit coeur que se juntou a nós depois. Verão estranho, fresco, sem férias a sério em hóteis com a responsabilidade do negócio da família nas mãos dos meus pais e com a preparação da irmã dele para o início da vinha académica. O meu papi a meio gás, acompanhá-lo às consultas do novo senhor doutor. Senhor sensato e prático de quem gosto por ser realista e experiente. O meu mano por Zurich. A casa Amarela que descobrimos mas que ficou sem negócio. As outras todas que descartamos dos sonhos. A tia corajosa nos tratamentos. A machadada final do divórcio dos primos grandes. O crescimento dos pequenos. A cadela ternurenta deles. E o regresso foi pacífico no meio de tanta coisa que soou diferente e que deixa saudade.
Setembro foi o mês das expectativas. Do nada, como em quase tudo que nos têm acontecido a dois, a oportunidade de mudar deste T1 amoroso para um T2 grandão com um mini jardim só para nós a um bom preço. Foi o achado ideal para a nossa sempre presente ideia de criar um canito. Mas quando já estava tudo pronto para acertar deixámo-nos levar pela nossa intuição e travámos todo o processo. Não foi desta. Aquela senhoria a morar no andar de cima ia infernizar-nos."Il faut absolument pas percer les murs" e outras que tais, juntando ao nosso feeling de errar fizeram o resto. E a conversa sincera chegou na hora de ir dormir. Ambos com o mesmo mau pressentimento mas com medo de destruir o entusiasmo do outro não dízíamos nada. Chorei baba e ranho de alívio e nem sabia como estava nervosa com esta mudança. Gosto tanto deste homem... Que bom foi estar em casa sem previsões de alterações arriscadas, ficámos por aqui por enquanto. Conclusão: o sofá cama foi servindo para acolher todas as visitas, continuaremos a esticar porque com boa-vontade caberemos sempre todos. E ele fez 25anos. Fomos à parte italiana passar o fim-de-semana. ValleMagia, bolo de caneca e um fim-de-semana quentinho a dois. É isto que ficará na nossa lembrança, é disto que deveríamos prever mais vezes. Na sequência da suposta mudança de casa comprámos a nossa jipana 4X4 e a pensar nas nossas futuras crias e família não fizemos a coisa por menos, 7lugares. Parece que as maiores decisões que tomamos em casal vem sempre assim inesperadamente, "d'un coup", sem mais nem menos. Como se não pudessemos deixar passar uma boa oportunidade, um bom feeling. Até agora felizmente nunca houve espaço para arrependimento, vamos pincelando aqui e ali o nosso destino quase sem consciência disso.
E veio Outubro. Mais uma semana de férias que aproveitei em Portugal. As saudades são tão dolorosas como nunca pensei. Penso estar habituada ao fim de 2anos e meio mas chega sempre o dia em que desatino, desespero, fico com insónias e ninguém me atura. A cura são aqueles que me amam e aquele sítio onde cresci. O regresso, o sossego de ver que está tudo bem. Mesmo que só esteja assim-assim. Mesmo que hajam os "sustos" - a depressão, a demência e o bicho papão (aquele cabrão). Mas estámos bem, os bons cuidam dos menos bons, estámos juntos. A cura são também os amigos que não perdi. Aqueles que nunca desejarei perder. Desta vez regresso quase a Lisboa para reencontrar aquele míudo que precisava de alguma "paz d'alma" que talvez pela minha insistência e persistência consegui transmitir. Não desistir. Volto e revolto e sei que tudo vai acabar bem. A minha resiliência fica mais e mais forte como se fosse um músculo e por vezes tenho medo de vir a sofrer uma ruptura. A volta faz-se sempre com energias renovadas e umas tantas tarefas afectivas e burocráticas riscadas da famosa lista.
Novembro de calmaria, de frio, de tranquilidade. Algumas visitas do meu mano, uma ida a Zurich para variar! Sabe tão bem mel saber que "os nossos" estão bem!
E Dezembro de mais uma contagem decrescente, mais uma partida para casa, mais uma despedida deste homem que recebe aqui a sua outra casa. Quem dera que fosse Natal todo o ano, não podemos repetir esta festa de amor uma vez por mês?!... O Natal foi doce apesar de sermos menos um devido à reconstrução familiar que de já falei. E eu não estava impaciente, não tive pressa para entrar no novo ano, mesmo sentindo que 2015 tinha muito para ser melhor - assim espero.
Setembro foi o mês das expectativas. Do nada, como em quase tudo que nos têm acontecido a dois, a oportunidade de mudar deste T1 amoroso para um T2 grandão com um mini jardim só para nós a um bom preço. Foi o achado ideal para a nossa sempre presente ideia de criar um canito. Mas quando já estava tudo pronto para acertar deixámo-nos levar pela nossa intuição e travámos todo o processo. Não foi desta. Aquela senhoria a morar no andar de cima ia infernizar-nos."Il faut absolument pas percer les murs" e outras que tais, juntando ao nosso feeling de errar fizeram o resto. E a conversa sincera chegou na hora de ir dormir. Ambos com o mesmo mau pressentimento mas com medo de destruir o entusiasmo do outro não dízíamos nada. Chorei baba e ranho de alívio e nem sabia como estava nervosa com esta mudança. Gosto tanto deste homem... Que bom foi estar em casa sem previsões de alterações arriscadas, ficámos por aqui por enquanto. Conclusão: o sofá cama foi servindo para acolher todas as visitas, continuaremos a esticar porque com boa-vontade caberemos sempre todos. E ele fez 25anos. Fomos à parte italiana passar o fim-de-semana. ValleMagia, bolo de caneca e um fim-de-semana quentinho a dois. É isto que ficará na nossa lembrança, é disto que deveríamos prever mais vezes. Na sequência da suposta mudança de casa comprámos a nossa jipana 4X4 e a pensar nas nossas futuras crias e família não fizemos a coisa por menos, 7lugares. Parece que as maiores decisões que tomamos em casal vem sempre assim inesperadamente, "d'un coup", sem mais nem menos. Como se não pudessemos deixar passar uma boa oportunidade, um bom feeling. Até agora felizmente nunca houve espaço para arrependimento, vamos pincelando aqui e ali o nosso destino quase sem consciência disso.
E veio Outubro. Mais uma semana de férias que aproveitei em Portugal. As saudades são tão dolorosas como nunca pensei. Penso estar habituada ao fim de 2anos e meio mas chega sempre o dia em que desatino, desespero, fico com insónias e ninguém me atura. A cura são aqueles que me amam e aquele sítio onde cresci. O regresso, o sossego de ver que está tudo bem. Mesmo que só esteja assim-assim. Mesmo que hajam os "sustos" - a depressão, a demência e o bicho papão (aquele cabrão). Mas estámos bem, os bons cuidam dos menos bons, estámos juntos. A cura são também os amigos que não perdi. Aqueles que nunca desejarei perder. Desta vez regresso quase a Lisboa para reencontrar aquele míudo que precisava de alguma "paz d'alma" que talvez pela minha insistência e persistência consegui transmitir. Não desistir. Volto e revolto e sei que tudo vai acabar bem. A minha resiliência fica mais e mais forte como se fosse um músculo e por vezes tenho medo de vir a sofrer uma ruptura. A volta faz-se sempre com energias renovadas e umas tantas tarefas afectivas e burocráticas riscadas da famosa lista.
Novembro de calmaria, de frio, de tranquilidade. Algumas visitas do meu mano, uma ida a Zurich para variar! Sabe tão bem mel saber que "os nossos" estão bem!
E Dezembro de mais uma contagem decrescente, mais uma partida para casa, mais uma despedida deste homem que recebe aqui a sua outra casa. Quem dera que fosse Natal todo o ano, não podemos repetir esta festa de amor uma vez por mês?!... O Natal foi doce apesar de sermos menos um devido à reconstrução familiar que de já falei. E eu não estava impaciente, não tive pressa para entrar no novo ano, mesmo sentindo que 2015 tinha muito para ser melhor - assim espero.
E aí vão mais cinco
Mais cinco meses. Irra que a vida passa mesmo a voar. Que seja em breve que me apeteça actualizar este meu canto querido. Ainda não é hoje.
domingo, 26 de outubro de 2014
Domingo à noite
Passaram precisamente 4meses desde a última vez que escrevi, uma estação do ano completa, uma imensidão de sentimentos e acontecimentos que preciso registar. Que quero guardar. Para já a única coisa que consigo fazer é acabar o meu livro e pintar as unhas. O meu outro prazer da escrita vai ser assim reativado, volto em breve!
quinta-feira, 26 de junho de 2014
As últimas
Então a semana passada foi tão curtinha com o feriado de 5ª (Fête de Dieu) e a ponte de 6ª na clínica. Pois que nos primeiros dias desta semana custou muito recomeçar o ritmo. Agora entre as 8h às terças feiras, meia hora mais cedo. E hoje ainda fui abrir as 6:30h para substituir uma colega que está de férias. Foram quase 12 horas, o dia em que trabalhei mais de todo o sempre. Mas não tenho medo, não custou muito e só penso que se um dia tiver o meu próprio negócio será sempre assim. Mais coisas. O mano volta em breve para Zurich, conseguiu o cargo de freelancer. E é um emprego de sonho entre Porto e Zurich todos os meses. Estou feliz que tenha dado tudo certo e com a possibilidade de umas visitinhas mútuas mais frequentes agora que só nos separam 3h de route!
Ontem fui ao Consulado Português pela primeira vez. Estou inscrita, já conto para as estatísticas. Sou o número trinta e tal mil só neste cantão/distrito, ai que estamos aqui bem representados na Confederação Helvética. Fiz o meu cartão de cidadão e espero que chegue a tempo das minhas férias tão desejadas já daqui a 4semanas e meia. O meu pai anda estável, não está a 100% mas está bem (uns dias melhores e outros menos bons), temos fé. Já deixámos mais um médecin de lado. Não desistimos. Já foi a outro e agora vai a outro na próxima segunda-feira. Vamos aonde for preciso até sentirmos que estão a fazer tudo por tudo para o seu humor ficar sem dói-dóis. Tantos meses e meses de medicação psiquiátrica podem bem ser a causa dos seus picos emocionais. O 2ºnovo médico parece ser mais naturista no que toca à toma indiscriminada de psicofármacos. A ver vamos, temos boas indicações a esse respeito. A titi zézé também esta felizmente a fazer o mesmo com o seu bicho mau (aca cancro estúpido). Não podemos ser resignados. Devemos sempre ir à procura do nosso bem-estar, assim como do bem-estar dos nossos - eu "cuidadora mor" me assumo. E para acabar o separador doencinhas em beleza, faz hoje 10dias que o meu amor e eu nos libertamos do fantasma de um diagnóstico apressado para o seu estômago frágil. Está tudo bem, ele só precisa de fazer endoscopias de controlo com biópsia regularmente, 1 vez por ano, por aí. Até lá ir tendo cuidado com o que come, evitando o que sabemos que lhe faz mal.
E mudando de assunto, que pena que foi o nosso Portugal no campeonato do mundial. E ah e tal voltei à carga das belezuras com os meus cremes de efeito térmico para as meninas coxas e o menino bumbum. Por falar em meninos, estou cheia de saudades dos meus priminhos, mal posso esperar para passarmos dias juntos a fazer tudo o que prevejo e nada de nada - o que planejo também. Ahh o pedido de casamento que não vem. Bem que quando chegar tenho que por os pontos nos is e mandar eu na escolha do dia. É que nem há negociação possível, se agora só me resta esperar, depois serei eu e opinar. Muahahahah...
Que dia cansativo, estou com uma energia anormal! :)
Ontem fui ao Consulado Português pela primeira vez. Estou inscrita, já conto para as estatísticas. Sou o número trinta e tal mil só neste cantão/distrito, ai que estamos aqui bem representados na Confederação Helvética. Fiz o meu cartão de cidadão e espero que chegue a tempo das minhas férias tão desejadas já daqui a 4semanas e meia. O meu pai anda estável, não está a 100% mas está bem (uns dias melhores e outros menos bons), temos fé. Já deixámos mais um médecin de lado. Não desistimos. Já foi a outro e agora vai a outro na próxima segunda-feira. Vamos aonde for preciso até sentirmos que estão a fazer tudo por tudo para o seu humor ficar sem dói-dóis. Tantos meses e meses de medicação psiquiátrica podem bem ser a causa dos seus picos emocionais. O 2ºnovo médico parece ser mais naturista no que toca à toma indiscriminada de psicofármacos. A ver vamos, temos boas indicações a esse respeito. A titi zézé também esta felizmente a fazer o mesmo com o seu bicho mau (aca cancro estúpido). Não podemos ser resignados. Devemos sempre ir à procura do nosso bem-estar, assim como do bem-estar dos nossos - eu "cuidadora mor" me assumo. E para acabar o separador doencinhas em beleza, faz hoje 10dias que o meu amor e eu nos libertamos do fantasma de um diagnóstico apressado para o seu estômago frágil. Está tudo bem, ele só precisa de fazer endoscopias de controlo com biópsia regularmente, 1 vez por ano, por aí. Até lá ir tendo cuidado com o que come, evitando o que sabemos que lhe faz mal.
E mudando de assunto, que pena que foi o nosso Portugal no campeonato do mundial. E ah e tal voltei à carga das belezuras com os meus cremes de efeito térmico para as meninas coxas e o menino bumbum. Por falar em meninos, estou cheia de saudades dos meus priminhos, mal posso esperar para passarmos dias juntos a fazer tudo o que prevejo e nada de nada - o que planejo também. Ahh o pedido de casamento que não vem. Bem que quando chegar tenho que por os pontos nos is e mandar eu na escolha do dia. É que nem há negociação possível, se agora só me resta esperar, depois serei eu e opinar. Muahahahah...
Que dia cansativo, estou com uma energia anormal! :)
domingo, 15 de junho de 2014
Ainda Novembro 2012?! Não interessa, estava em rascunho!
Qual tempo, qual vontade, qual quê?! Eu sou assim, só quando me apetece e nunca por obrigação! :)
Fiquei em Novembro não foi? Ora vamos lá...Se foi fácil? Não, com o meu pai ainda em modo OFF na sua depressão para nós injustificada a tirar-nos a paciência. Falar todos os dias no Skypee passar os dias preocupada. Imensas saudades acumuladas desde o início de Setembro. Começo do trabalho, uma adaptação gradual mas sem grande orientação. A maior parte das colegas a bem receber e uma ou duas nem por isso. Funções que não me realizam totalmente mas no geral interessante, a desenvolver ainda.
Até que... recebemos as visitas dos meus pais e TA_RAMM, pai acorda para vida desde que chega ao aeroporto Sá Carneiro, quando no dia anterior dizia que não era capaz de vir com medo do avião e do caminho até ao aeroporto! O Bruni tava de folga e foi buscá-los a Genebra enquanto eu trabalhava. Esperavam-me na rua às 18:30h os 4 e eu excitadíssima para sairr e vê-los. Que arrepio de emoção!... Foi um fim de semana espectacular desde mostrar-lhes a cidade, a nossa casa, falar sem parar, ver o meu pai melhor e "de volta" ao fim de tanto tempo...maravilha! Jantámos um belo empadão que eu preparei toda excitada no dia anterior. Foi ele a fazer as honras da casa e do país e a encher-me tanto de orgulho, foram olhos maravilhados com atitudes que jamais puderam ser apreciadas. Era isto sim! Os mimos ficaram em dia, a energia renovada e a despedida não muito dolorosa - já a pensar no reencontro do natal. A casa esvaziou-se de gente e o amor entre os principais habitantes a conquistar cada vez mais metros quadrados. Um conforto não excessivamente seguro, a intimidade a deixar-se descobrir com o passar do tempo com o período de experiência nos nossos 60m2 passado, o à-vontade que nunca tiveramos tido antes ocasião de saborear a nascer com a partilha de tudo... Não sou capaz de descrever melhor mas era disto que eu precisava e nem desconfiava que existia antes de nós.
Desde que embarcámos nesta aventura este foi o mês da aceitação em que deixei de lutar com a minha estadia aqui, de começar a aproveitar. Claro que o amor da família e o amor dele ajudaram muito, todos me incentivaram com palavras de "falta pouco" e "esta quase", com postais e mimalhices ternas que me alimentavam a alma.
Por isso este mês foi importante. Só a partir deste Novembro, uns 5meses depois de viver aqui, é que me senti "em casa". Andei todo o verão literalmente às turras com as paredes, esquinas e interruptores. Sabem quando se levantam de noite com tudo às escuras e se safam em silêncio (quantas vezes com os olhos semicerrados do sono) e às apalpadelas pela casa fora até no wc ou nas idas à cozinha?! Pois bem, só o consegui em Novembro.
E porquê que resgatei hoje um rascunho tão antigo?! Pois sinto cada vez mais e melhor que é este amor que queria e precisava. O amor que cuida dos meus como se fossem dele, que têm um prazer verdadeiro em receber e agradar, em ajudar em tudo. E desta vez, mais uma vez volvidos quase 18meses de Novembro de 2012, o meu homem foi o melhor dos anfitriões quando recebemos as visitas do meu pai e irmão há umas semanas atrás. "Quem meu filhos beijos minha boca adoça". É mais ou menos parecido, estou enamorada!
Fiquei em Novembro não foi? Ora vamos lá...Se foi fácil? Não, com o meu pai ainda em modo OFF na sua depressão para nós injustificada a tirar-nos a paciência. Falar todos os dias no Skypee passar os dias preocupada. Imensas saudades acumuladas desde o início de Setembro. Começo do trabalho, uma adaptação gradual mas sem grande orientação. A maior parte das colegas a bem receber e uma ou duas nem por isso. Funções que não me realizam totalmente mas no geral interessante, a desenvolver ainda.
Até que... recebemos as visitas dos meus pais e TA_RAMM, pai acorda para vida desde que chega ao aeroporto Sá Carneiro, quando no dia anterior dizia que não era capaz de vir com medo do avião e do caminho até ao aeroporto! O Bruni tava de folga e foi buscá-los a Genebra enquanto eu trabalhava. Esperavam-me na rua às 18:30h os 4 e eu excitadíssima para sairr e vê-los. Que arrepio de emoção!... Foi um fim de semana espectacular desde mostrar-lhes a cidade, a nossa casa, falar sem parar, ver o meu pai melhor e "de volta" ao fim de tanto tempo...maravilha! Jantámos um belo empadão que eu preparei toda excitada no dia anterior. Foi ele a fazer as honras da casa e do país e a encher-me tanto de orgulho, foram olhos maravilhados com atitudes que jamais puderam ser apreciadas. Era isto sim! Os mimos ficaram em dia, a energia renovada e a despedida não muito dolorosa - já a pensar no reencontro do natal. A casa esvaziou-se de gente e o amor entre os principais habitantes a conquistar cada vez mais metros quadrados. Um conforto não excessivamente seguro, a intimidade a deixar-se descobrir com o passar do tempo com o período de experiência nos nossos 60m2 passado, o à-vontade que nunca tiveramos tido antes ocasião de saborear a nascer com a partilha de tudo... Não sou capaz de descrever melhor mas era disto que eu precisava e nem desconfiava que existia antes de nós.
Desde que embarcámos nesta aventura este foi o mês da aceitação em que deixei de lutar com a minha estadia aqui, de começar a aproveitar. Claro que o amor da família e o amor dele ajudaram muito, todos me incentivaram com palavras de "falta pouco" e "esta quase", com postais e mimalhices ternas que me alimentavam a alma.
Por isso este mês foi importante. Só a partir deste Novembro, uns 5meses depois de viver aqui, é que me senti "em casa". Andei todo o verão literalmente às turras com as paredes, esquinas e interruptores. Sabem quando se levantam de noite com tudo às escuras e se safam em silêncio (quantas vezes com os olhos semicerrados do sono) e às apalpadelas pela casa fora até no wc ou nas idas à cozinha?! Pois bem, só o consegui em Novembro.
E porquê que resgatei hoje um rascunho tão antigo?! Pois sinto cada vez mais e melhor que é este amor que queria e precisava. O amor que cuida dos meus como se fossem dele, que têm um prazer verdadeiro em receber e agradar, em ajudar em tudo. E desta vez, mais uma vez volvidos quase 18meses de Novembro de 2012, o meu homem foi o melhor dos anfitriões quando recebemos as visitas do meu pai e irmão há umas semanas atrás. "Quem meu filhos beijos minha boca adoça". É mais ou menos parecido, estou enamorada!
Mi Juin
Estamos a meio do mês de Junho. Com trabalho no sábado de manhã e ele boa parte do fim-de-semana, sem planos e com a lide doméstica à mistura foi inexplicavelmente pleno de serenidade, esperança e paz. Sinto-me bem, com grande capacidade de fazer e acreditar. Dormi muito e muito bem. A família esta bem e todos juntos mi esperando em breve. Tenho toda a casa limpa e cheirosa, não há roupa acumulada e o frigorífico e congelador estão abastecidos para não me stressar com o que vou cozinhar ou delegar. Até fiz um menu semanal. Amanhã quando sair do trabalho vou ter a um bar português para ver o jogo do mundial. Recebi muito boas novidades de uma amiga muito boa e muito corajosa. Que boa energia paira no ar. Vai agora uma fatia deliciosa do meu cheesecake de framboesa. Que bela soirée com o meu amor, sem querer tudo depressa sem saber esperar. Que calmaria sonhadora extraordinária!
:)
:)
domingo, 8 de junho de 2014
weekend#1
A começar sábado às 6h para trabalhar de manhã, sempre com temperaturas de muitos graus. Soube bem usar um vestidinho, foi o primeiro dia de calor a sério do ano. Passear de tarde pela vila com o petit coeur. Sábado a acabar com um grelhado no jardim da família dele, muito agradável pela fresquinha. Domingo delicioso com o garçon da casa a chegar às 7h30 da noite de trabalho, petit dejeuner especial com croissantes do demo e de novo para a cama recuperar energias. Acordei quando quis, fiz as minhas máquinas de roupa e a minha culinária. Almoço tardio depois dele estar em forma também e voltinha de mota. Gelado na maior zona verde da cidade e no final, ginásio. Para terminar um jantar de papas de aveia para mim, uma estreia que adorei. Passar a ferro e relaxar muito visto que amanhã não é dia de trabalho, muahahah! Viva o fim-de-semana prolongado da Pêntecote por aqui!
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Há que aproveitar as saudades e a vontade para fazer um "rapport" de vez em quando
Pois que agora olhando para trás os meses de inverno, sobretudo janeiro e fevereiro, foram longos. O Natal em família foi bom, com preocupação pelo estado de saúde frágil da titizézé e do pai mas feliz pois não pode ser de outra forma quando paira a paz de estarmos juntos e unidos e fortes juntos. As crianças estão enormes, tão riquinhas, tão crescidas que me deixam um grande aperto de coração ao chegar e ao partir, como se estivesse permanentemente susceptível a ser emociada com uma música, espéctaculo ou surpresa, sempre alerta a tentar não deixar escapar a minha emoção em forma de arrepios e/ou de olhos molhados! Tão doce ver que a avó está tão bem cuidada e serena no seu pequeno reino perdido mas sempre rodeada de todos aqueles que criou sozinha, tão bem e tão heroicamente. Outra sensação foi a de deixar de novo o meu "petitcoeur" sozinho no Natal e ano novo, custou q.b mas também não vou mentir e dizer horrores. Preciso tratar de mim primeiro (como quem diz, ir a Portugal para o meu colinho tão desejado o ano todo), deixar-me curar de mimos, deixar-me ser "egoísta" com ele para poder aguentar esta jornada emigratória, recarregar baterias, matar saudades, cuidar de todos os que precisam de mim. É obrigatório, é a vida, é simplesmente assim e não se pode desejar algo diferente senão este equilíbrio de desejos, forças, esforços.
E assim se passou, com muito trabalho, expectativas de recuperação no tratamento oral de uma titi e na força de vontade de um papi. Na paciência da mami e na minha própria. De 2 a 10 de Março novas férias, listas disto e daquilo. A maior parte cumprida, levar (quase obrigar) a mãe e pai a ir a consultas de rotina e fazer exames, ver este e aquela, combinar cafés e jantares, cuidar da minha beleza, etc. Só no fim de Março o zé arrebita e a a zézé tem de atacar noutra frente. Tive surpresas maravilhosas nos meus anos, jantarinho romântico, postais, desenhos e mimos de Portugal. Anel de noivado nem vê-lo mas recebi a carteira dos meus sonhos. Diz que não me preocupe, já somos marido e mulher. E depois mais trabalho, rotinas, amor do bom, passeios e muitos planos a dois. E o mano que saiu de um trabalho, entrou noutro, acabou por parar em Zurich e ainda passou uns dias aqui por casa entretanto. Agora podemos ver-nos mais vezes se o plano de ser freelancer e vir cá todos os meses der certo. E mais férias em Maio, com o pai mais estável veio comigo uma semana aos Alpes. Foi muito maravilhoso, assim era menos duro, isso já eu imaginava. E o meu homem?! Já desconfiava mas cada vez mais confirmo que é possível. Existe alguém que fizesse e fosse tanto daquilo que eu desejava e nem sequer julgava haver. Aiai... Maio de reencontros, de alegrias e bling-bling! De orgulho na minha mãe, nas minhas tias e na minha prima. Do que a minha família nuclear constrói, faz e desfaz. Maio de alguns confrontos com a realidade que também fazem parte para desmistificar o meu mundo de bolha actirosel. O pai já regressou e depois de um fim de semana cool em Zurich juntos o mano também, ambos na melhor cidade de Portugal, que espera também um dia por mim. Os dias já são maiores e as noites mais pequeninas e isso ajuda sempre ao ânimo de levantar e seguir em frente. Em frente rumo a quê nem sempre saberemos. A Gilda dizia esta semana que o plano é não ter planos. É verdade mas ao mesmo tempo é tão mentira. Que ambiguidade! Só mesmo o Fernandinho para saber explicar isto! :)
E assim se passou, com muito trabalho, expectativas de recuperação no tratamento oral de uma titi e na força de vontade de um papi. Na paciência da mami e na minha própria. De 2 a 10 de Março novas férias, listas disto e daquilo. A maior parte cumprida, levar (quase obrigar) a mãe e pai a ir a consultas de rotina e fazer exames, ver este e aquela, combinar cafés e jantares, cuidar da minha beleza, etc. Só no fim de Março o zé arrebita e a a zézé tem de atacar noutra frente. Tive surpresas maravilhosas nos meus anos, jantarinho romântico, postais, desenhos e mimos de Portugal. Anel de noivado nem vê-lo mas recebi a carteira dos meus sonhos. Diz que não me preocupe, já somos marido e mulher. E depois mais trabalho, rotinas, amor do bom, passeios e muitos planos a dois. E o mano que saiu de um trabalho, entrou noutro, acabou por parar em Zurich e ainda passou uns dias aqui por casa entretanto. Agora podemos ver-nos mais vezes se o plano de ser freelancer e vir cá todos os meses der certo. E mais férias em Maio, com o pai mais estável veio comigo uma semana aos Alpes. Foi muito maravilhoso, assim era menos duro, isso já eu imaginava. E o meu homem?! Já desconfiava mas cada vez mais confirmo que é possível. Existe alguém que fizesse e fosse tanto daquilo que eu desejava e nem sequer julgava haver. Aiai... Maio de reencontros, de alegrias e bling-bling! De orgulho na minha mãe, nas minhas tias e na minha prima. Do que a minha família nuclear constrói, faz e desfaz. Maio de alguns confrontos com a realidade que também fazem parte para desmistificar o meu mundo de bolha actirosel. O pai já regressou e depois de um fim de semana cool em Zurich juntos o mano também, ambos na melhor cidade de Portugal, que espera também um dia por mim. Os dias já são maiores e as noites mais pequeninas e isso ajuda sempre ao ânimo de levantar e seguir em frente. Em frente rumo a quê nem sempre saberemos. A Gilda dizia esta semana que o plano é não ter planos. É verdade mas ao mesmo tempo é tão mentira. Que ambiguidade! Só mesmo o Fernandinho para saber explicar isto! :)
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Como o Fernandinho sabia o que eu sinto neste momento...
" (...) Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo (...)"
domingo, 8 de dezembro de 2013
Os nossos últimos sonhos
Ele não é de sonhar, eu sonho várias vezes coisas disparatadas. Mas uma destas noites de fim de semana (já era dia a bem dizer pois o rapaz meteu-se na cama eram quase 8h saído do turno da noite) sonhámos os dois. Ao almoço rimo-nos muito. Eu sonhei que andava atrás de uma galinha, acompanhada dele e da mãe dele. Para fazer arroz de cabidela. Eu que sou incapaz de matar nem que seja uma sardanisca. Ele sonhou que eu lhe tinha enviado uma mensagem a dizer que estava grávida de 3meses.
AHAHAHAHAHAH, muito engraçado!
Devia mesmo vir aqui mais vezes, gosto tanto!
E acabei de me aperceber que tenho de mudar a idade ali na minha apresentação, daqui a nem 6 meses faço 26 anos e ali ainda os 24. Onde já vão, hehehe!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Oh lalaa!
Novamente imensas semanas sem escrever. Tenho saudades. Preciso. Ontem foi dia de "abanão" em que não consegui gerir as minhas emoções e fechei-me no WC do meu pequeno T1 a lavar a alma. Chorei que me inundei com as lágrimas a escorrer-me pelo pescoço abaixo enquanto ele fazia o jantar. Quando me veio procurar nem sabia o que me fazer, acho que em quase 5anos nunca me tinha visto assim. Mas teve de ser. Hoje sinto-me melhor e mais optimista. O meu pai há-de ficar bom da sua depressão ou pelo menos controlado. Nada de desgastes psicológicos e preocupações antecipadas. Um dia não muito distante vamos regressar a casa ainda a tempo de ver crescer os meninos da família e a avozinha feliz por nos ver mesmo sem nos reconhecer. Vou tricotar com a minha mãe no sofá todos os serões, ouvir o meu irmão falar de coisas profissionais que não entendo, recuperar todos os cafés com as tias e a madrinha. Tirar umas tardes de compras, conversas e risotas. Manter os rituais familiares dos domingos. Acompanhar quem quer que seja a consultas ou a exames, sempre que for preciso. Vou cumprimentar como deve ser os outros homens da família fazendo-os compreender que gosto deles muito mais do que imaginam. Vou ser empreendedora e se os anjinhos me ajudarem, quem sabe, ter o meu próprio negócio não muito afastado daquilo que escolhi ser - enfermeira. Vou comprar uma casa com um pequeno espaço ao ar livre e adoptar um cachorro meigo e fiel. E um gato independente que ronrone no meu colo. Vou ter um bebé bem disposto, será certamente pelo menos um "Gui" - de Margarida ou Guilherme. Vou tricotar de novo com a minha mãe, que fará um enxoval mimoso e único. O meu pai vai contar a toda gente. Vou continuar a ser desafiada pela vida a dois com o meu rapaz, o meu coração nunca poderá compreender como nos sintonizamos tão maravilhosamente bem se somos completamente o oposto um do outro. Vou bater o pé e ceder outras vezes. E se preciso for, chorar. Mas vai ficar tudo bem.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Ja que a preguiça voltou, pelo menos umas imagens apetitosas para nutrir os olhinhos e recordar algumas das minhas refeiçoes!
Será terapêutico fotografar comida?!... Autrement não percebo este fenómeno! A mim ajuda-me a ter noção se ando a comer saudável ou não e, assim, manter o equilíbrio antes que me desgrace!
domingo, 25 de agosto de 2013
ITecnologias
Venho de descobrir e experimentar a aplicação do blogger no meu telemóvel. ESPETACULAR! :) Cheira-me que vem aí novo ânimo para manter isto "à jour" e muito mais bonito com as minhas fotos!
Parece que já estou a ouvi-lo dizer com o seu ar de gozo "Mas que raio de brinquedo que havia de te ter oferecido, se eu soubesse não me metia nisso!" - No Natal de 2011 ofereceu-me o Iphone desbloqueado e foi a loucura desde aí. Felizmente tenho-me moderado mas é bastante viciante e uma constante fonte de exploração, é incrível a quantidade de "panereirices" que permite!!!
Vou ver se supero a preguiça e coloco pelo menos as fotos semanais que vou tirando, farão um registo fiel muito mais rápido e interessante. Mas nunca esquecer que adoro escrever e que devia deixar as tretas das desculpas preguiçosas de lado e manter este meu hábito antigo que tão bem me faz.
Parece que já estou a ouvi-lo dizer com o seu ar de gozo "Mas que raio de brinquedo que havia de te ter oferecido, se eu soubesse não me metia nisso!" - No Natal de 2011 ofereceu-me o Iphone desbloqueado e foi a loucura desde aí. Felizmente tenho-me moderado mas é bastante viciante e uma constante fonte de exploração, é incrível a quantidade de "panereirices" que permite!!!
Vou ver se supero a preguiça e coloco pelo menos as fotos semanais que vou tirando, farão um registo fiel muito mais rápido e interessante. Mas nunca esquecer que adoro escrever e que devia deixar as tretas das desculpas preguiçosas de lado e manter este meu hábito antigo que tão bem me faz.
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