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domingo, 15 de junho de 2014

Ainda Novembro 2012?! Não interessa, estava em rascunho!

Qual tempo, qual vontade, qual quê?! Eu sou assim, só quando me apetece e nunca por obrigação! :)

Fiquei em Novembro não foi? Ora vamos lá...Se foi fácil? Não, com o meu pai ainda em modo OFF na sua depressão para nós injustificada a tirar-nos a paciência. Falar todos os dias no Skypee passar os dias preocupada. Imensas saudades acumuladas desde o início de Setembro. Começo do trabalho, uma adaptação gradual mas sem grande orientação. A maior parte das colegas a bem receber e uma ou duas nem por isso. Funções que não me realizam totalmente mas no geral interessante, a desenvolver ainda.
Até que... recebemos as visitas dos meus pais e TA_RAMM, pai acorda para vida desde que chega ao aeroporto Sá Carneiro, quando no dia anterior dizia que não era capaz de vir com medo do avião e do caminho até ao aeroporto! O Bruni tava de folga e foi buscá-los a Genebra enquanto eu trabalhava. Esperavam-me na rua às 18:30h os 4 e eu excitadíssima para sairr e vê-los. Que arrepio de emoção!... Foi um fim de semana espectacular desde mostrar-lhes a cidade, a nossa casa, falar sem parar, ver o meu pai melhor e "de volta" ao fim de tanto tempo...maravilha! Jantámos um belo empadão que eu preparei toda excitada no dia anterior. Foi ele a fazer as honras da casa e do país e a encher-me tanto de orgulho, foram olhos maravilhados com atitudes que jamais puderam ser apreciadas. Era isto sim! Os mimos ficaram em dia, a energia renovada e a despedida não muito dolorosa - já a pensar no reencontro do natal. A casa esvaziou-se de gente e o amor entre os principais habitantes a conquistar cada vez mais metros quadrados. Um conforto não excessivamente seguro, a intimidade a deixar-se descobrir com o passar do tempo com o período de experiência nos nossos 60m2 passado, o à-vontade que nunca tiveramos tido antes ocasião de saborear a nascer com a partilha de tudo... Não sou capaz de descrever melhor mas era disto que eu precisava e nem desconfiava que existia antes de nós.
Desde que embarcámos nesta aventura este foi o mês da aceitação em que deixei de lutar com a minha estadia aqui, de começar a aproveitar. Claro que o amor da família e o amor dele ajudaram muito, todos me incentivaram com palavras de "falta pouco" e "esta quase", com postais e mimalhices ternas que me alimentavam a alma.
Por isso este mês foi importante. Só a partir deste Novembro, uns 5meses depois de viver aqui, é que me senti "em casa". Andei todo o verão literalmente às turras com as paredes, esquinas e interruptores. Sabem quando se levantam de noite com tudo às escuras e se safam em silêncio (quantas vezes com os olhos semicerrados do sono) e às apalpadelas pela casa fora até no wc ou nas idas à cozinha?! Pois bem, só o consegui em Novembro.


E porquê que resgatei hoje um rascunho tão antigo?! Pois sinto cada vez mais e melhor que é este amor que queria e precisava. O amor que cuida dos meus como se fossem dele, que têm um prazer verdadeiro em receber e agradar, em ajudar em tudo. E desta vez, mais uma vez volvidos quase 18meses de Novembro de 2012, o meu homem foi o melhor dos anfitriões quando recebemos as visitas do meu pai e irmão há umas semanas atrás. "Quem meu filhos beijos minha boca adoça". É mais ou menos parecido, estou enamorada!

domingo, 25 de agosto de 2013

E antes que me esqueça

Aqui fica a célere frase do primeiro passeio de mota mais longínquo:

- "Tens friizinho nas mãozinhas amor? Vamos-te comprar umas luvinhas está bem?"

Hehehe


domingo, 26 de maio de 2013

Mais mariquinhas emocional mas menos mole devido aos anticorpos do amor!


Não me torno uma ciumenta, uma possessiva e uma controladora mas há micro momentos (sim, são mesmo micro e esta é só a segunda ocasião em quase 4 anos que me acontece) em que não consigo não ficar afectada por uma ou outra merdice. Nem sequer disfarçar. Não pensar em hipóteses parvas por alguns minutos, em algumas alturas. Acho que não sou a única a quem isto acontece e não preciso de me inquietar por estar a passar por uma destas fases. E tenho motivos? Não, não tenho. Tenho inseguranças que não quero ter. Lembranças de uma dor de alma e de corpo que não quero repetir nunca mais. Já fui há muito tempo a deixada de parte, é a vida. Fiquei super exigente e mais um grama desconfiada do que antes. Mas é o caminho a seguir, somos aquilo que somos devido àquilo que já passámos. Melhor ou pior? Nem sei, dá sempre para os dois prismas. Mais mariquinhas relacional mas menos mole devido aos anticorpos do amor.

[Dezembro 2012]

As nossas expectativas e planos futuros. Os desejos, as prioridades e as cedências.


Tudo isto e muito mais foi o tema alvo da "rentrée" após as férias de Verão.
Só por este início se pode ter a noção de como o documento já tem uns bons meses. Mas o seu conteúdo continuará a ser actual e falado dentro destas paredes simpáticas. E, acima de tudo, será sempre importante. Foi muito debatido nos meses de Setembro e Outubro e vai fazer-me para toda a vida recordar os primeiros meses a viver a 2.  

Como nem tudo são rosas, é claro que temos os nossos "desalinhos" de opiniões. Não no geral - senão seria desgastante e impossível de gerir (e nem sequer consigo imaginar como será viver com uma pessoa que não partilhe os mesmos ideais de vida) - mas nos pormenores, às vezes nos "pormaiores" como classifico a quantidade de tempo vivida neste país.

Após o debate mais significativo de todos ele vai para a cama. Eu fico sem sono por mais de hora e meia, deixando correr a novela. É das coisas que mais me irrita nele, a atitude do "acabou a conversa". Felizmente desde o início o fiz perceber que esta frase não podia existir comigo. Põe-me cega. Mas quem é quem quer que seja para acabar com uma conversa/discussão sem que se tenha chegado à parte das conclusões?! Pois... Ele diz que eu gosto de complicar, que nasci uma boa argumentadora e ele não. Mas arre, vai ter de treinar...Enfim, depois desta história toda eu penso naquilo tudo nosso sofá, com a impressão de resignação - algo que detesto e renego (quase) sempre. Compreendo o que ele me quer dizer e não deixo de concordar, mas é algo com que luto incesantemente e nego a toda a hora. Desta vez não há-de ser diferente, eu não vou mudar de opinião. Até há altura certa ("até quando?" - é esta a questão para a qual preciso de resposta e ainda não tenho) deixo, no mínimo, que as surpresas próprias da vida, as condições que o meu país oferece (incontornáveis) e a minha resiliência ditem o nosso futuro. Mas mais não. Ai não que não quero ter aqui as nossas criancinhas e que não me aumente sempre mais tempo ao previamente estipulado por nós só numa de ver se cola. A ver vamos. Por esta noite amuada mas com a minha posição bem definida. Amanhã será outro dia. Para acabar de forma positiva esta escritura toda, deixo uma das coisas que mais gosto nele: a capacidade de perdoar, de se esquecer das nossas divergências e vir ter comigo (com quem quer se seja) de "coração aberto", tão pouco tempo depois. Quem me dera ser mais assim, eu fico sempre a remoer um bocadinho extra e de nada me serve a não ser  para me chatear ainda mais ( com o meu rancor  - mentira, demasiado forte), com a minha mágoa.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

As maravilhas de l'amour #1


Chegar a casa após o turno da noite [desencontrando-me do coração que faz o turno da manhã], encontrando a cama "arrumadinha" e aberta para dormir eu a seguir...

Incluindo o pijama lá estendido e por vezes uns bilhetinhos apaixonados!


<3

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Tenho!

saudade |au ou a-u|
(latim solitas, -atis, solidão)



1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que alguém se vê privado.
2. Pesar, mágoa que essa privação causa.
3. Boa lembraça ou recordação.






E já passou quase um mês. Outro. E mais um. Outra contagem decrescente. E já só faltam 8 dias: vou levitar até Pedras Rubras com aquele sentimento que não caberá em mim de tanto contentamento! Já mal consigo esperar e tudo por causa das saudades! AIii meu ''princepesco'' demi-suisse!... As folgas já te parecem uma tortura, os meus ciclos de sono estão tolos porque cada vez custa mais não adormecer naquele aninhar perfeito! Qui sôdade pah! Dos abraços, cheiros, gargalhadas, toques, silêncios a dois, cumplicidades, conversas sonhadoras, intimidades, despertares a brincar, cafés com bombom. De tudo, tudo, tudo!

terça-feira, 6 de março de 2012



"As saudades são uma coisa mesmo cruel meu amor..." 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Foi...

"Foi/ na manhã acesa em ti/ abacate, abrunho/...e a pêra francesa/ romã/ framboesa/ e kiwiiii!...", como na canção da Dina! :)



Foi hoje. Um belo despertar, naturalmente madrugador e cheio de beijinhos deliciosos nas covinhas das clavículas! Maravilhoso.

[Já me começo a habituar à rotina de tomar o pequeno às 5:30h com o meu nobio quando ele faz o turno da manhã e a voltar para a cama, mas nada como quando faz tarde! Podemos abrir os olhinhos e ficar no miminho bem bom sem o despertador a tocar constantemente!]

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

É o amor, é o Amor...

Anda tudo louco a falar de amor e S.Valentim, as montras estão vermelhas e cor de rosa, cheias de ursos e corações. Só se vê kits e passatempos e propostas relativos ao mesmo...é chatinho! Na minha humilde opinião não é nada inspirador, sedutor, romântico...pelo contrário, causa-me fastio!

Se de futuro festejar este dia alguma vez mais (os dois últimos anos chegaram bem para formar esta opinião depois de tentativas de jantares a dois em ambiente diferente do habitual, que não foram nada agradáveis devido à densidade populacional de casais e situações caricatas observadas + clichês!), será quando houver a cabana com o meu "époux", tudo feito em casa e com as nossas mãos!

IRRAA!